top of page

Antes de ser produto: a origem do Flash Reader na inovação pública

flash-reader-inovacao-publica.jpg

O Flash Reader não nasceu como produto de inovação pública.

Nasceu como uma pergunta.

Como fazer a leitura voltar a disputar espaço em um mundo dominado por telas rápidas, excesso de informação e novos hábitos digitais?

Onde tudo começou

A ideia começou a tomar forma durante o Programa Nascer, iniciativa de incentivo ao empreendedorismo inovador apoiada pela FAPESC.

Ali surgiu o primeiro esboço: unir tecnologia, acesso à informação e experiência cultural em um formato simples, acessível e público.

Desenvolvimento inicial do Flash Reader no Programa Nascer apoiado pela FAPESC
Desenvolvimento inicial do Flash Reader no Programa Nascer apoiado pela FAPESC

O primeiro teste real

Naquele momento, o Flash Reader ainda não tinha nome.

Era apenas um experimento.

Por meio da Lei Paulo Gustavo, foram instalados três totens experimentais em Videira (SC).

A pergunta era simples:


As pessoas vão usar?


E usaram.


Crianças, jovens, adultos e idosos interagiram espontaneamente com conteúdos culturais, leituras rápidas e experiências digitais. O equipamento deixou de ser apenas um dispositivo tecnológico e passou a funcionar como um ponto de encontro entre curiosidade, leitura e descoberta.


Totens experimentais do Flash Reader instalados em Videira através da Lei Paulo Gustavo
Totens experimentais do Flash Reader instalados em Videira através da Lei Paulo Gustavo

Foi nesse momento que o projeto mudou de natureza.


O que era experimento começou a se tornar solução.

Vieram então os primeiros parceiros institucionais e novos ambientes de teste — universidades, turismo, museus e espaços públicos — ampliando o entendimento sobre como a tecnologia poderia apoiar o acesso à cultura, à informação e aos serviços digitais.


Hoje, o Flash Reader continua sendo aquilo que sempre foi desde o início: um laboratório vivo.

Antes de ser produto, é pesquisa aplicada.

Antes de ser equipamento, é mediação cultural na inovação pública.

Antes de ser tecnologia, é uma tentativa de reconectar pessoas ao conhecimento.


E essa jornada está apenas começando.

Comentários


bottom of page